Pornhub revela pesquisa sobre a relação entre sexo e maconha

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Mais uma vez, o site pornô recorde de acessos no mundo lançou uma pesquisa analisando o comportamento de seus usuários. Desta vez, a equipe de pesquisadores, em parceria com a revista High Times, lançou-se no universo da pornografia e da maconha, para entender como esses dois elementos apresentam-se relacionados no site. Para começar, o Pornhub foi pesquisar como que seus usuários buscam por esse tema, observando qual a nomenclatura utilizada no campo de buscas do site. Com uma larga vantagem em relação aos outros termos, a análise revelou que “weed” ocupa o primeiro lugar, seguido por “marijuana” e “pot”. Resultado que, como o próprio Pornhub comenta, confirma a pesquisa feita pelo site Slate, sobre a origem da palavra “weed” e sua popularização a partir dos anos 90.

 

Em seguida, o site pornô partiu para a análise das palavras que costumam vir acompanhadas do termo maconha e encontrou, com uma larga diferença em relação aos outros, que seus usuários estão interessados em vídeos com personagens fumando maconha, já que a palavra mais comum no campo de buscas é “smoking”. Até aí nenhuma novidade, certo? O que realmente surpreendeu a equipe do Pornhub foi a 11º palavra encontrada no ranking das mais pesquisadas. Com um número de buscas semelhante a “xxx” e “man”, está o termo “caught”, que em inglês significa “pego”. Ou seja, tem gente interessada em um perigo, uma ilegalidade.


Com todos esses dados em mãos, sobre como são feitas as buscas e o que é pesquisado, o site então partiu para a análise sobre quem são esses usuários interessados na combinação pornografia + maconha. Para isso, a equipe utilizou os dados demográficos anônimos, fornecidos por seu software de análise e encontrou que 117% dos usuários envolvidos nesse tipo de busca são homens e que a faixa etária mais comum entre os usuários é de 18 a 24 anos, representando 120% do total. Mais uma vez nenhuma surpresa para o Pornhub, já que esse costuma ser o principal público do site.

 







O site ainda fez uma análise territorial dos Estados Unidos, país onde o uso medicinal da maconha já é permitido em 24 estados. Vermont apresenta-se como a região onde são feitas a maior parte das buscas, 41%, enquanto o Havaí fica no fim da lista, com -19%. O mais interessante desses dados é que a baixa porcentagem de buscas feitas na ilha, não representa o posicionamento do estado em relação à legalização da droga, já que o uso medicinal é permitido aos habitantes, desde 2000. Por outro lado, a pesquisa mostra a presença de outros estados com porcentagem positiva, mas que não regulamentam o uso da maconha, como, por exemplo, Utah com 17% de buscas e Wisconsin com 9%. Essa relação entre maior número de pesquisas e situação legal, pode ser vista no seguinte gráfico:








Além dos Estados Unidos, o site também estendeu sua análise para outros países e o resultado encontrado passa longe dos estereótipos. Países como Jamaica e Holanda, que estamos habituados a relacionar com o assunto, apresentam porcentagens negativas, -62% e -12%, respectivamente. O Brasil também está na lista das localidades com número de buscas menor que outros países, apresentando -16% nas pesquisas. Ocupando as três primeiras posições no ranking estão Eslovênia, Costa Rica e Israel, líderes no número de usuários interessados em sexo e maconha.







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